FENAJUFE VOLTA A COBRAR REUNIÃO COM PRESIDENTE DO SUPREMO

Quinta-feira, 26 de abril de 2018.

Pela quinta vez este ano a Fenajufe voltou a cobrar do STF a audiência objeto do compromisso assumido em 19 de dezembro de 2017. Naquela reunião – conseguida 15 meses após a chegada da ministra à presidência do Tribunal – Cármen Lúcia recebeu as demandas da categoria apresentadas pelos coordenadores da Fenajufe e prometeu que logo após o recesso de final de ano, voltaria a reunir-se com a Federação, momento em que daria uma posição sobre as demandas apresentadas.

Mas o ano judiciário foi retomado em 2018 e a prometida audiência não aconteceu. A primeira solicitação de audiência foi feita já no início de fevereiro e trazia como objeto o reajuste dos benefícios. A Federação voltou à carga no final de fevereiro e mais uma vez reinou o silêncio do Supremo Tribunal Federal como resposta.

Nova tentativa foi feita na primeira semana de março e no fim do mesmo mês e outra vez a resposta obtida foi o silêncio, longe de qualquer cordialidade institucional.

Agora, na tarde da terça-feira (24), a Fenajufe voltou a solicitar reunião com Cármen Lúcia (Of21STF), na esperança de poder tratar de temas como o NS e outras demandas, todas de extrema relevância frente o momento de ataques sobre a categoria, seja na forma de propostas legislativas ou atos normativos dos Tribunais e Conselhos Superiores. O momento é grave para a categoria, mas o Tribunal insiste em manter distância dos servidores.

Cármen Lúcia termina seu mandato à frente da presidência do STF em setembro de 2018 e até o momento, pouco ou nada foi discutido com os servidores. Questões como as propostas elaboradas pela Comissão Interdisciplinar que revisou o Plano de Carreira e a Mesa Permanente de Negociação com os servidores estão paradas, sem avanços.

A Fenajufe continuará solicitando ao STF a retomada das discussões iniciadas em dezembro de 2017. A presidência do Tribunal comprometeu-se a analisar as demandas da categoria e discuti-las novamente com a Federação. Mas até o momento, nada fez.

Fonte: Fenajufe, editado por Caroline P. Colombo