POLICIAIS JUDICIAIS DO GES DA JFPE ATUAM EM OPERAÇÃO DE DESOCUPAÇÃO DE RESIDENCIAL EM PETROLINA

Policiais Judiciais do Grupo Especial de Segurança (GES) da Justiça Federal de Pernambuco atuaram em uma operação realizada para o cumprimento de ordem judicial de desocupação no Residencial Nova Vida III, Etapas I e II, localizado no bairro João de Deus, em Petrolina. A ação transcorreu de forma segura e sem registro de intercorrências.

A determinação foi expedida pela 17ª Vara Federal no âmbito de uma Ação de Reintegração de Posse, ajuizada pela Caixa Econômica Federal, na condição de operadora do Fundo de Arrendamento Residencial.

A demanda envolveu a desocupação de cerca de 200 das 300 unidades habitacionais que se encontravam em fase final de construção no empreendimento público. Com mais de 80% de execução física e recursos do Programa Minha Casa Minha Vida, as obras haviam sido ocupadas em 24 de julho de 2026, ocasionando a paralisação imediata das frentes de trabalho.

Após o encerramento dos prazos estabelecidos para a saída espontânea e diante da permanência de ocupantes no local, foram adotadas as medidas necessárias para o cumprimento da determinação judicial.

Atuação integrada pela segurança

A operação mobilizou diferentes forças de segurança e contou com a participação da Polícia Militar, Polícia Federal e Polícia Judicial da JFPE. Os Policiais Judiciais contribuíram para a garantia da ordem e da segurança durante todo o procedimento, oferecendo suporte ao cumprimento da determinação judicial e à proteção dos Oficiais de Justiça responsáveis pela diligência.

O trabalho integrado entre as instituições possibilitou que a desocupação fosse realizada de maneira organizada e segura, sem registro de intercorrências.

Para a AGEPOLJUS, a participação dos Policiais Judiciais em operações dessa natureza evidencia a importância da estrutura de segurança institucional do Poder Judiciário e da capacitação permanente dos profissionais para atuação em situações que exigem planejamento, prevenção de riscos e integração com outras forças de segurança.

Além da estrutura destinada ao cumprimento da ordem e à segurança da operação, as pessoas retiradas do residencial tiveram acesso a representantes do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município e do Conselho Tutelar. Os órgãos acompanharam o procedimento e prestaram a assistência cabível durante a desocupação.

Da assessoria de imprensa, Caroline P. Colombo

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