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AGENTES DO TJDFT CONCLUEM CURSO DE SEGURANÇA DE AUTORIDADES

Quarta-feira, 09 de outubro de 2019.

Onze Agentes de Segurança do TJDFT participaram do 1º Curso de Segurança de Dignitários e Proteção a Pessoas (SDPP), promovido pela Polícia Civil do Distrito Federal.
 
Para o desembargador Jesuíno Aparecido Rissato, do Gabinete de Segurança Institucional do TJ, o curso aperfeiçoa o conhecimento dos Agentes para atuarem em situações delicadas e que exigem inteligência. “Hoje nós vivemos em uma época em que a segurança é uma preocupação diuturna das autoridades, de todos aqueles que ocupam uma certa posição de decisão na sociedade. O TJDFT procura fazer parceria especialmente com quem sabe para que nossos agentes aprendam cada vez mais a se preparar para situações eventuais que nós esperamos que não aconteçam, mas que, caso venham a acontecer, saibamos lidar”, frisou na cerimônia de encerramento do curso ocorrida na última sexta-feira (04).
 
De acordo com o Diretor-Geral Adjunto da PCDF, Benedito Augusto Galliani Tiezzi, o objetivo é oferecer mais segurança e, para isso, é importante qualificar os servidores. “A qualificação é um eixo estruturante e é um foco da nossa gestão estratégica, o que gera efetividade na busca pela excelência. O objetivo das duas instituições é um só que é eliminar a sensação de insegurança que nós vivemos”, destacou o diretor-geral.
 
A capacitação teve duração de 80 horas/aula. Nesse período, os servidores do Tribunal, agentes penitenciários e policiais civis aperfeiçoaram as técnicas de comboio, proteção de autoridade segundo a doutrina da PCDF e de defesa pessoal, uso de instrumento de menor potencial ofensivo, tiro, medida de segurança protetiva e atendimento pré-hospitar tático. Eles também puderam aprimorar os métodos de planejamento operacional.
 
Na avaliação do Agente de Segurança do TJDFT Marcos Vinicius de Oliveira, os ensinamentos serão essenciais no desenvolvimento das atividades desempenhadas na função. “Foi um curso bastante exigente e que nos capacitou como protetor das autoridades. É um engrandecimento profissional satisfatório e que, sem dúvida, nos deixa mais qualificados para o exercício das nossas funções”, avaliou.
 
Da assessoria de imprensa, Caroline P. Colombo com o TJDFT





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